não sei o que era mais preocupante: a falta de comprometimento das nossas ações ou das nossas relações.
nos encontramos nessa semana, na beira do lago que tem um caminho de madeira; naquela casa (de madeira) com grandes vidros onde mora aquele homem, que fuma malboros e toma café excessivamente.
o lugar sempre venta muito, aliás, fomos surpreendidos, porque o dia estava calmo, sem ventos.
refletimos sobre o que está acontecendo com o mundo e conosco, a nossa vida. porque afinal de contas, o mundo é o que vemos através de nossos olhos, e talvez não seja o mesmo para mim e para ele; provavelmente não é, apesar de nossos anseios e desejos se encontrarem na maior parte do tempo.
gosto do barulho das árvores que faz naquele lugar, a brisa é mais doce do que por aqui na cidade com a maresia, e a companhia dele me faz bem também, tranquiliza - é bom saber que posso falar todas as besteiras e rolar no chão, fazer gracinhas e empurrá-lo no lago sem que ele ache que estou lelé-da-cuca; até essas expressões o simpatizam.
falta escrever sobre o que conversamos dos problemas do mundo; fica pra mais tarde.